quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Acabou!!!

Sem mais delongas.

Depois de mais de um ano de blog, o loco en el coco deixa de existir oficialmente. Foi um período de muita diversão, alegria, filosofia e cerveja. E eu me orgulho muito disso.

O loco en el coco, em sua fase áurea, registrou mais de 50 visitas diárias, o que é muito para um blog feito nas coxas, mas feito com carinho.

Mas tudo um dia acaba.

A falta de tempo, aliada ao asco que tenho da internet depois de trabalhar o dia inteiro na frente de um computador, começaram a impedir posts diários. E o blog foi ficando às moscas, coisa que muito me entristecia. O fim do blog era iminente e inevitável.

Foi pensando nisso que pensei e fiz uma proposta para o Sr. Senador, do Blog Macho...pra Carilha. Sabendo que temos mais ou menos a mesma cabeça, que ele é um camarada que muito estimo (e o Carudo é outro camaradaço) e que no blog dele há quase um comprometimento por posts diários, fiz a proposta de me associar a eles e fazer parte deste time de malhucos.

Então, negada, o blog deixou de existir, mas eu continuarei dando meus posts no Blog Macho...pra Carilha! Alguns posts antigos daqui, o lance das cervejas e posts novos serão uma constante. E no intervalo dos meus posts, curta os do Sr. Senador e do Carudo, que são sensacionais.

Bom, foi muito bom tê-los como seguidores, espero que tenham aprendido algo aqui.

Beijos nas mulheres. Abraços nos homens.

Desligo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Feriado...não, obrigado!

Ah, vão querer me bater, mas eu ultimamente tenho odiado feriado.

Feriado é uma merda sem tamanho. Ainda mais se você mora numa cidade de praia como Santos. Sua cidade vira o playground de um bando de filas das putas.

Desce aquele monte de farofeiro de São Paulo, São Bernardo, São Caetano e de tudo quanto é cidade com nome de santo católico. Eles vêm que vêm, coma Belina lotada de gente, farofando. Trazem água, refrigerante, cerveja, amendoim, frango assado, batata em conserva, bóia, cadeira de praia, esteira, guarda-sol. Eles trazem tudo de casa e não gastam um puto na sua cidade.

Isso é foda, pois isso não é nenhum pouco bom pra cidade. Isso não movimenta a economia local. Só serve pra trazer caos ao trânsito, sujeira à praia e gente feia.

É, gente feia. Dá um rolê lá no José Menino em um feriado pra ver. Acho que selecionam nas cidades quem pode viajar. Só os feios podem viajar. Os bonitos são trancados em casa, obrigados a ver o Domingão do Faustão.

Mas não é só por isso que feriado é uma merda, não.

Vou usar uma metáfora. Imagina comigo, você está naquele amasso com uma guria. Beijinho aqui, beijinho ali. Aquele amasso profissional. E vai esquentando. Mão aqui, mão ali. Mais ou menos todo o sangue do seu corpo se concentra em uma parte do seu corpo, o pingolim. A barraca arma. Você tem plena e total certeza que hoje você vai transar. Maravilha!!! Mas aí, a guria vira e fala que não vai rolar por qualquer motivo besta (tá de chico, esqueceu a camisinha ou não tomou a "piula"). Aí só lhe resta ficar com aquela dor na caceta e se contentar com um 5 contra 1 (no caso do nosso presidente, 4 contra 1).

Pois é. É isso que é o feriado. Te dão um dia de alegria, você se diverte a valer, mas no dia seguinte pegam seu sonho de liberdade, amassam na sua cara, apontam pra sua cara e falam que você se fudeu.

Isso não é certo. Isso não é correto.

Pra piorar, esse feriado atual que estamos hoje, vem no começo do mês. Sem salário!!! Faço o que com esse feriado? Enfio no rabo?!?

Eu não quero mais feriado. Que eu trabalhe nos feriados, e que depois adicionem eles às minhas férias. Acho mais justo.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ácaro é coisa do psico!!!

!!!cuidado, post machista e malhuco por natureza!!!

Eu acredito em ETs. Também acredito em fantasmas. E não duvido de duendes. Mas uma coisa que eu não acredito são nos ácaros.

E não me venha falar que eles existem, pois eu não acredito. As pessoas mostram aquelas "fotos de microscópio" dos bichos coloridões e, de boa, é tudo criação do nosso imaginário.

Eu já vi efeitos visuais mais bacanas nos filmes.

É tudo desculpa das fábricas de travesseiros para ganhar dinheiro. Eles enganam a gente com aquele papo de anti-ácaro e metem a faca no preço do travesseiro. Duro é que minha mãe acredita nisso e vive trocando de travesseiro aqui em casa. E sempre troca por travesseiros menos confortáveis. Alias, quando trocamos de travesseiro, o novo nunca é melhor que o velho, mas isso não vem ao caso.

Já perdi bons travesseiros para os "ácaros".

Ácaro é tão real quanto uma rinite. E nem me venha dizer que rinite existe. Pra mim é coisa psicológica acrumbática psicolética.

É só a pessoa entrar num lugar e ver, com os olhos, uma poeira só e já começa a espirrar. Ou essa merda é psicológica, ou as pessoas são atacadas de rinite pelo olho e não pelo nariz. É só olhar o pó e...ATCHIMMM!!! Olha aqui então ó!!!

Talvez seja algo até meio ligado a querer ser o centro das atenções. Na palestra sempre tem um infeliz que "tem ataque de rinite". Pura tentativa de ser O Cara. Desculpa pra puxar assunto, manja?

-ATCHIMMM!!!
-Saúde!
-Obrigado, essa rinite é fogo. Outro dia blá blá blá...

Filhos da puta.

E geralmente é mulher que tem isso. Homem não sofre dessas paradas. Homem caga e anda pro pó. Isso de neurose com pó é coisa de mulher, que tem siricutico na periquita quando vê uma sujeira.

Certeza que foi a mulherada que inventou esse lance de ácaro. Junto com as fábricas de travesseiro. Pra fuder com a vida do maridão, que de tão acostumado com seu travesseiro gostoso e confortável, ronca a noite toda como um motor V8. Aí elas se livram do travesseiro e arranjam um que mais parece um tapete de tão fino.

Por isso lá no meu apê novo o travesseiro é da NASA. Se alguma mulher mexer nele pensando em trocá-lo, eu mando ela pra Lua,

domingo, 13 de setembro de 2009

A marca histórica!

No dia 28 de abril de 2008, comecei uma cruzada em busca da cerveja mais gostosa do mundo. Na época, eu havia tomado apenas 23 marcas de cerveja durante a minha vida toda.

Hoje, a cruzada continua (e acredito que ela nunca terá fim). E graças a essa busca infinita cheguei a uma marca considerável. Atingi o número de 100 marcas saboreadas.

Agora já posso dizer que agora sou muito mais conhecedor de cerveja do que um simples beberrão. Em 2008, não saberia diferenciar uma Lager de uma Ale. E hoje eu sei que isso é só a raiz de uma ramificação enorme de tipos e variedades de cervejas.

Já provei cervejas com sabor de salame (Aecht Schlenkerla Rahchbier Märzen), cerveja feita com malte de uísque (Unibroe Raftman) e cerveja com cereja (Belle-Vue Kriek). Tomei muita cerveja ruim, algumas intragáveis. Mas também já tomei algumas que não podem ser comparadas a nada.

Mas vamos parar de papo furado e falar das novidades. Bom, nem tão novidades assim. Algumas que entraram na lista são velhas conhecidas de muitos, mas eu nunca tinha tomado de burro que sou.

Super Bock
Cerveja portuguesa com certeza! Com o gostinho meio amargo do malte. Gostosa e refrescante, com pouca espuma.

Budweiser
É, eu nunca tinha bebido Budweiser. E pra quem já tomou esse tanto de cerveja, não tomar a Bud, que é vendida pra caralho, é um pecado. No gosto, faz lembrar as lagers uruguaias. Gostosa, pra tomar bem gelada.

Palm
Uma das cervejas mais bebidas na Bélgica. E se os belgas, que fazem as melhores cervejas, bebem ela, é por que deve ser boa. E não é ruim mesmo. Cerveja leve, com um toque quase mínimo de cravo. Perto de algumas belgas deixa a desejar, mas no geral é muito boa.

Backer
Mineirinha. Dessa aí eu bebi a pilsner e a weiss. A de trigo eu não gostei não, achei bem mais ou menos. Daquelas que cansam de tomar no final da garrafa. A pilsner já é bem melhor. Lembra a Therezópolis. Refrescante e com leve sabor de mel.

Cerpa
Pois é. Eu nunca tinha bebido Cerpa. Vergonha total. Uma cerveja refrescante e leve. Sem um sabor muito marcante, que incomode. Tomei comendo um sushi e acompanhou muito bem.

E agora, a centésima cerveja. A dona dessa honraria é, talvez, a cerveja mais caseira que eu já tomei.

Atremar
O pai de uma amiga de um amigo meu que faz. Que confusão, né?! Mas a Atremar não tem nada de confusa. Turva e de coloração amarela esbranquiçada, faz lembrar muito a witbier Hoegaarden. O sabor frutado, com toques de laranja e cravo, lembra a cerveja belga e um pouco a austríaca Edelweiss Snowfresh. Eu gostei, tomaria outra garrafa dela feliz e contente. Alias, falando em felicidade, quando tomei essa cerveja, estava de estômago vazio e fiquei bem alegre. Bateu legal.

Espero que um dia a Atremar esteja disponível para todo mundo. Seria bacana. Mais uma cerveja pra todos provarem e, mais importante, mais uma boa cerveja. Ah, e Atremar quer dizer bem feito, feito com esmero. Eu achei justo.

E é isso. Cem cervejas!!! Quer dizer, cem marcas de cerveja. Se contarmos variações esse número sobe bastante, mas ia virar algo chato de administrar.

Ó a lista aí! Os nomes em laranja são as novidades.

Cem cervejas!

E pra efeito de curiosidade, meu top 3 hoje em dia é Delirium Tremens (Bélgica), Hoegaarden Verboden Vrucht (Bélgica) e Christoffel Blond (Holanda). Mas eu não nego uma Brahma.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Mulheres e a punheta

"Ai, Thiago!!! Você é um ogro!!!"

Sou um ogro sim, senhoras. E tenho teorias malhucas sobre sexo e falo abertamente sobre isso. E aí acabo sendo mal compreendido e tratado como um tarado sem vergonha danado de uma figa.

Bom, não é mentira. Eu sou tudo isso mesmo. Mas vamos ao que importa, bando de xurupitistas.

Outro dia lá na agência polemizei (adoro polemizar no trabalho) com uma teoria que tenho aí. Coisa séria, estudada por anos e comprovada pelo Massachusetts Institute of New Technology from my Head.

Olha a banana! Olha o bananeiro!

A teoria era de que mulher nenhuma nesse mundão velho sem porteira sabe bater uma boa e velha punheta. Pronto, falei.

Não sabem e não tem a mínima idéia de como é pra fazer a parada direito. E não importa se ela é boa de cama e faz um sexo danado de bom. Não, senhores. Nem se ela é a rainha de cantar no microfone, que nem a Mayara do Big Brother (ah, Mayara...ê lá em casa...).

Não sabem e ponto final. Acho que é por que elas simplesmente não tem pinto pra bater umazinha. Eu tenho certeza que os homens não sabem masturbar uma mulher como ela mesmo sabe.

Mas hoje não é dia de falar de siririca. Hoje é dia de punheta (credo, que dia horrível seria isso).

E eu, como sou um cara porreta de bonzinho e quero mais é o bem da humanidade, vou dar um toque de amigo em vocês, mulheres. Pra que vocês aprendam pelo menos o que vocês estão fazendo de errado na hora de descascar a banana do seu parceiro.

Vamos ao começo.

O pinto, nem quando tá duro, é feito de pedra ou plástico. Ele é feito de carne. E machuca. Então, cuidado ao manusear o "menino". Você não está ali pra matar ninguém e "socar umazinha" é só força de expressão. Você não precisa socar ninguém. Vá com calma.

Outra coisa importante (pelo menos no meu caso). Há homens que ainda têm o prepúcio. Sabe o que é isso? É o "capuzinho" que cobre a chapeleta, manja? Aquela pelinha que cobre a cabeça do binguelo. Tem uma mulherada aí que acha que aquilo ali pode puxar até alma. Não é não, filha da puta!!! Se puxar aquilo com força dói, e dói (literalmente) pra caralho!!! Não precisa puxar até quando travar e o cara fazer cara de dor. Puxa de buena, que só a fricção da pelinha na glande (vulgo cabeçota) já é bem prazeroso.

Unhas aparadas também são uma boa. A pele ali embaixo é tão fina quanto àquelas fatias que sua tia mão de vaca corta do bolo de aniversário da tua prima.

Outra coisa importantíssima. Os bagos!!! Carinho nos bagos é legal, mas nem preciso dizer que ali o cuidado deve ser redobrado. Você pode namorar o cara mais boçal do mundo, mas as bolotas dele continuam sendo frágeis como uma menininha de 4 anos.

Acho que é isso. É o básico.

É só você lembrar de quando você ganhava um pintinho naquelas feiras de pets que rolavam nos antigamentes. Você tinha que segurar o bichinho com força, mas não podia botar força demais, senão matava o coitado. É mais ou menos isso. Talvez por isso pinto chama pinto. Por que pia é que não é.